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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

mamíferos áquaticos- peixe boi marinho

PEIXE BOI:

eino: Animal 
Filo: Chordata 
Ordem: Sirenia 
Família: Trichechidae 
Gênero: Trichechus 
Espécie: Trichechus manatus 
Peso: até 600 kg 
Comprimento: até 4 metros 
Expectativa de vida: até 60 anos 
Status de conservação da espécie: criticamente ameaçada de extinção



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Eles são verdadeiros gigantes do mar. Fortes, chegam a atingir 4m de comprimento e pesar impressionantes 600 kg. Medidas 'exuberantes', que contrastam com o temperamento dócil e cativamente dos exemplares da espécie Trichechus manatus, mais conhecida como peixe-boi-marinho. 


De cara arredondada, olhos pequenos e corpo roliço, o mamífero aquático ganhou esse nome por se alimentar, principalmente, de uma planta chamada capim-agulha, encontrada nos estuários. Herbívoro, o peixe-boi também se alimenta de algas marinhas e folhas de mangue e, quando adulto, é capaz de consumir até 60 kg de plantas aquáticas por dia!
Peixe-Boi-Marinho Peixe-Boi-Marinho Peixe-Boi-Marinho


Os exemplares da espécie têm a pele rugosa, com a cor variando entre cinza e marrom-acinzentado. No focinho, muitos pelos, chamados vibrissas ou pelos táteis. Eles são muito sensíveis ao movimento ou ao toque, tal como acontece com os bigodes dos gatos. Suas narinas estão na parte de cima do focinho, com duas grandes aberturas. Ele não tem orelhas, mas consegue escutar muito bem. Os ouvidos são dois pequenos orifícios, localizados um pouco atrás dos olhos. 

A boca do peixe-boi é grande e os lábios de cima são amplos e movimentam-se como "garras" na hora de se alimentar, pois só possuem dentes na parte de trás da boca. Para nadar, o peixe-boi impulsiona sua nadadeira caudal, usando as duas nadadeiras peitorais (que possuem unhas) para controlar os movimentos. Apesar de bastante pesado, ele consegue ser bem ágil dentro d'água. 

POR ONDE ANDAM?

No Brasil, já foi possível encontrar a espécie desde a região costeira do Espírito Santo até o extremo norte do Amapá. Hoje a população está distribuída, de forma descontínua, do estado de Alagoas até o Amapá. Além disso, atualmente existe um espécime que foi reintroduzido no estado de Alagoas e deslocou-se para o estado de Sergipe, apresentando eventuais deslocamentos até o início do litoral norte da Bahia. 

REPRODUÇÃO:

Uma fêmea de peixe-boi carrega o seu filhote na barriga por um período de 12 a 14 meses. Geralmente, a 'mamãe' dá à luz em pleno verão, entre os meses de outubro e março, nascendo apenas um filhote por gestação. O nascimento de gêmeos também pode acontecer, embora seja bastante raro. 

Após o nascimento do filhote, a fêmea demora de três a quatro anos para engravidar novamente. Durante os dois primeiros anos, ela cerca o seu rebento de cuidados. É ela quem ensina o filhote a nadar, subir à superfície para respirar, e se alimentar. 

Nos primeiros dias de vida, o 'pequeno' alimenta-se exclusivamente do leite da mãe, fundamental para o seu desenvolvimento. Com o passar do tempo, ele começa a imitar a alimentação da matriarca e passa a ingerir também pequenas algas e capim-agulha.

FOFINHOOOO!
CURIOSIDADE:

COMUNICAÇÃO-

O peixe-boi se comunica através de pequenos 'gritos', chamados vocalizações. Esta comunicação é muito importante entre a mãe e o filhote. A fêmea é capaz de reconhecer o seu filhote entre muitos outros apenas pela vocalização.

O peixe-boi se comunica através de pequenos 'gritos', chamados vocalizações. Esta comunicação é muito importante entre a mãe e o filhote. A fêmea é capaz de reconhecer o seu filhote entre muitos outros apenas pela vocalização.

Os peixes-bois, quando em atividade, podem ficar de 1 a 5 minutos debaixo d'água, sem respirar. Depois disso, eles precisam subir à superfície para "reabastecer" os pulmões. Já se estiverem em repouso, eles podem permanecer até 20 minutos submersos.

Os exemplares da espécie adoram um cochilo. Eles chegam a passar metade do dia dormindo.



                 



BIÓLOGO CUIDANDO DE UM FILHOTE



preservação



O peixe-boi marinho contribui para preservar o ecossistema do mangue, limpando os manguezais e controlando a biodiversidade marinha. Por ser herbívoro, ele auxilia na alimentação de pequenos peixes. "O peixe-boi se alimenta de capim e algas e isso impede que cresçam e prejudiquem a vida marinha. Também ajuda a limpar o rio e isso é bom para o pescador", ressaltou a presidente da associação, que também é professora.
Para evitar que o animal fosse extinto, em 1980, surge o Projeto Peixe-Boi, que é responsável pela reabilitação e reintrodução do mamífero em extinção em ambiente natural. Além disso, ele promove campanhas de sensibilização e mobilização da sociedade civil. A sede nacional do projeto, na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, desenvolve estudos sobre biologia, comportamento, alimentação e fisiologia do Peixe-Boi.

O projeto foi criado em 1980 pelo governo federal para avaliar a situação em que se encontrava o peixe-boi marinho no litoral do Brasil. Em 1989 surge o Centro Mamíferos Aquáticos (CMA), inicialmente voltado para o peixe-boi, mas depois contemplou outros mamíferos. Em 1990, o projeto recebeu o status de Centro Nacional de Pesquisa Conservação de Mamíferos Aquáticos.


As atividades do projeto em Alagoas tiveram início em dezembro de 1994, com a introdução dos peixes-boi Astro e Lua, no mar de Paripueira. Em 1997, a Petrobras começou a patrocinar o projeto, ampliando as ações.
Ao longo dos anos, muitos dos animais foram reintroduzidos e hoje são monitorados diariamente em seu ambiente natural pela equipe técnica do projeto, através da radiotelemetria.


Ao todo, foram introduzidos no Estado 28 animais. A equipe do projeto já resgatou dezenas de peixes-bois, salvos de cativeiros inadequados ou vítimas de encalhes. Depois de passarem por um processo de reabilitação, os animais foram devolvidos com sucesso à natureza. Segundo dados do CMA, em Alagoas atualmente existem mais de 50 peixes-boi.






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